Peças versáteis, escolhas mais conscientes e facilidade para criar combinações colocam a funcionalidade no centro de uma nova relação dos homens com o guarda-roupa
Durante muito tempo, ter mais opções pareceu sinônimo de se vestir melhor. Mais camisetas, mais calças, mais cores e novas peças a cada tendência formavam um guarda-roupa aparentemente preparado para qualquer ocasião. Na prática, porém, quantidade nem sempre significa variedade útil. É possível ter um armário cheio e ainda recorrer às mesmas peças todas as semanas. É nesse cenário que o minimalismo começa a ganhar espaço na moda masculina, não necessariamente como uma estética baseada em cores neutras e ausência de detalhes, mas como uma maneira mais prática de pensar o consumo.
A lógica está em trocar quantidade por versatilidade. Em vez de acumular peças destinadas a situações muito específicas, o guarda-roupa
Por Guilherme Puliti


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